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NOTÍCIAS

CRÍTICA: Cirque Du Soleil OVO, Royal Albert Hall ✭✭✭✭✭

Publicado em

Por

douglasmayo

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Douglas Mayo fica deslumbrado com OVO, do Cirque Du Soleil, no Royal Albert Hall, enquanto esta companhia talentosa volta a fazer tudo parecer tão fácil.

Cirque Du Soleil OVO

Royal Albert Hall

5 estrelas

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Todos os anos, sem exceção, aguardo com entusiasmo a temporada do Cirque Du Soleil no Royal Albert Hall. Ano após ano, alguns dos melhores números de circo do mundo juntam-se ao brilho artístico do Cirque Du Soleil para reacenderem em mim aquele assombro infantil, enquanto estes intérpretes incríveis conseguem o aparentemente impossível. Este ano, o Cirque Du Soleil traz OVO a Londres. OVO (do ovo) leva o público a um mundo repleto de insetos, bichos e todo o tipo de rastejantes arrepiantes.

Os números de OVO incluem um notável mini-exército de formigas vermelhas a executar truques igualmente notáveis — e aparentemente impossíveis — com fatias de kiwi e pedaços de mini espigas de milho; o equilíbrio de mãos da Libélula de Kyle Cragle, com uma destreza incrível; a contorção em tecidos aéreos de Majorie Nantel, que dá vida ao nascimento de uma borboleta a partir do casulo; as Borboletas de Catherine Audy e Alexis Trudel a sobrevoarem o auditório com total leveza em correias duplas; a Creatura de Sergyi Rysenko a desafiar a compreensão enquanto a sua figura meio inseto, meio mola, se move e serpenteia pelo palco com facilidade; e, a fechar o primeiro ato, um grupo de acrobatas russos no Berço Russo, que faz mesmo lembrar a letra daquela canção antiga: "They fly through the air with the greatest of ease" — só que aqui não há barras de trapézio; os artistas são lançados apenas pela força humana!

No Ato Dois, as contorções das Aranhas de Ariunsanaa Bataa, Alanna Baker e Majorie Nantel deslumbram; o Pirilampo de Tony Frebourg lança carretéis giratórios bem alto no ar em números impossíveis; enquanto uma equipa de grilos internacionais salta para cima e para baixo numa grande parede de escalada, tornando a gravidade irrelevante.

Para mim, porém, o grande destaque de OVO foi a Aranha Masculina de Jiangming Qui na corda bamba (slackwire). A forma como domina, com aparente facilidade, este aparelho notoriamente difícil foi de deixar qualquer um de queixo caído — mais um momento marcante de outro espetáculo maravilhoso do Cirque.

Para lá dos números extraordinários, todos os anos anseio por entrar no Royal Albert Hall para ver o que os engenheiros do Cirque terão instalado no ar, por cima do espaço de atuação. Quando for a um espetáculo do Cirque, olhe para cima com admiração e tente imaginar o trabalho necessário para decidir o que vai para onde. O esforço físico exigido por alguns destes números é inacreditável e, ainda assim, esta estrutura de treliça preta, luz, som e equipamento aguenta tudo. Impressionante!

O único problema de OVO, do Cirque Du Soleil, é que tudo parece tão fácil. Estes intérpretes são tão talentosos e tecnicamente apurados que o resultado parece sem esforço. Mas não se deixe enganar: não é!

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