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CRÍTICA: Sap, Roundabout Summerhall, Festival de Edimburgo ✭✭✭✭
Publicado em
14 de agosto de 2022
Por
pauldavies
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Paul T Davies critica Sap, em cena no Roundabout at Summerhall, como parte do Edinburgh Festival 2022.
Sap
Roundabout at Summerhall
Edinburgh Fringe 2022
4 Estrelas
Apresentada como um thriller contemporâneo com raízes antigas, o poderoso texto de Rafaella Marcus está, de facto, ancorado no mito e na natureza, em contraste com a fealdade e a violência urbanas. Quando uma mulher mente à namorada, planta-se uma semente — e é essa semente que traz à sua porta um comportamento perturbador e animalesco.
A peça é soberbamente interpretada por Jessica Clarke e Rebecca Banatvolo e, por vezes, sente-se que o texto presta homenagem a Fleabag: apartes atrevidos, olhares que dizem verdades, partir o coração. O ritmo é excelente e o tema tocou tantos na plateia. As mudanças de tom são tratadas com delicadeza e a carga emocional é profunda.
Representada sobre uma superfície brilhante, as próprias atrizes refletem-se e parecem enraizar-se no palco; a poesia da natureza envolve todo o auditório. Uma peça confiante, divertida, perturbadora e inquietante — que vale bem o seu tempo no Fringe. É também a sua peça de estreia, e que futuro esta autora tem pela frente!
14–15, 17–22, 24–28 de agosto
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