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CRÍTICA: Nuclear Family, New Wolsey Theatre, Pulse Festival ✭✭✭
Publicado em
Por
pauldavies
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Família Nuclear
Pulse Festival, New Wolsey Theatre.
10 de junho de 2017
3 Estrelas
Apresentada como uma investigação ao colapso da Central Nuclear de Ashtown, esta peça interativa, da Sunday’s Child e da Fever Dream Theatre, convida o público a intervir e a tomar decisões que irão influenciar o desfecho do drama. Numa corrida contra o tempo, e com momentos de debate rigorosamente cronometrados, as escolhas da maioria são depois representadas em cena.
Demora um pouco a arrancar: a cena inicial estabelece a história recente e os problemas da central, bem como a relação entre os irmãos Joe e Ellen, que ficam encurralados quando antigos trabalhadores descontentes invadem o local e entram na sala de controlo. Anne O’Riordan e Aidan O’Callaghan funcionam bem como irmãos, criando uma boa sensação de tensão à medida que a peça avança. O cenário teria beneficiado de um pouco mais de realismo; algumas das circunstâncias apresentadas pareceram bastante improváveis. Um maior desenvolvimento das personagens também teria permitido ao público envolver-se mais profundamente no drama que se desenrola.
Ainda assim, a tensão foi aumentando com níveis crescentes de perigo, e a participação do público tornou-se muito viva, embora os desfechos estivessem praticamente definidos desde o início.
SAIBA MAIS SOBRE O PULSE FESTIVAL
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