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CRÍTICA: Forget Me Nots, Edinburgh Fringe ✭✭✭
Publicado em
Por
pauldavies
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Paul T Davies analisa Forget Me Nots, atualmente em cena no Edinburgh Fringe 2018.
Forget Me Nots Army@ The Fringe (Drill Hall). Edinburgh Fringe
19 de agosto de 2018
3 estrelas
Ao longo do Fringe deste ano, em parceria com o Summerhall, o Army está a apresentar várias peças LGBTQ, uma excelente iniciativa. Passada na Islândia ocupada pelos britânicos na década de 1940, conta a história de um jovem islandês que se apaixona perdidamente por um soldado britânico. Na altura, era um tema tabu, e a situação complica-se ainda mais pela amizade com a sua melhor amiga e pela expectativa de que ambos venham a casar. Existiam tantas relações entre casais do mesmo sexo que isso ficou conhecido como “A Situação”. A partir deste período intrusivo da História nasce esta produção — uma fusão de movimento e texto — que explora o triângulo entre os dois homens e a amiga, que compreende o que se passa. Depois de ela casar com o islandês, chega até a ter um bebé com o soldado britânico, que, anos mais tarde, consegue conhecer o filho e reencontrar o seu amante. O trio de intérpretes é muito bom, e a coreografia e o texto estão entrelaçados de forma irrepreensível. Ainda assim, senti que o papel feminino estava pouco desenvolvido. Ela comunica quase inteiramente através do movimento, e eu queria saber o que ela REALMENTE pensava sobre “A Situação”. Os homens relatam as suas palavras e ações, e tive a sensação de que isso criava um triângulo desigual. A peça também era muito curta, e pareceu-me que ficou apenas à superfície de um tema fascinante.
RESERVE JÁ PARA FORGET ME NOTS
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