Desde 1999

Notícias e Críticas Confiáveis

26

anos

o melhor do teatro britânico

Bilhetes oficiais

Escolha seus assentos

Desde 1999

Notícias e Críticas Confiáveis

26

anos

o melhor do teatro britânico

Bilhetes oficiais

Escolha seus assentos

  • Desde 1999

    Notícias e Críticas Confiáveis

  • 26

    anos

    o melhor do teatro britânico

  • Bilhetes oficiais

  • Escolha seus assentos

CRÍTICA: Square Go, Roundabout no Summerhall, Festival de Edimburgo ✭✭✭✭✭

Publicado em

11 de agosto de 2019

Por

pauldavies

Paul T Davies analisa Square Go, de Kieran Hurley e Gary McNair, no Roundabout no Summerhall, apresentado no âmbito do Edinburgh Fringe.

Square Go. Roundabout no Summerhall, Edinburgh Festival Fringe

9 de agosto de 2019

5 estrelas

Comprar bilhetes

Desde a sua estreia no Fringe de 2018, a peça de Kieran Hurley e Gary McNair tem crescido e conquistado um público fiel, barulhento e entusiasta. Este ano, o entusiasmo aumentou ainda mais com a escolha do ator de Game of Thrones Daniel Portman para o papel de Max. À superfície, a premissa é simples: Max é convocado para o seu primeiro Square Go — uma briga depois das aulas — pelo principal bully da escola, Danny “mãos de macaco” Guthrie. O golpe de génio está no cenário de ringue de wrestling, enquanto Max e o seu estranho melhor amigo, Stevie, aguardam o combate. E o texto, ao deleitar-se com o machismo e a masculinidade, oferece uma bela demolição da natureza redutora dessa fanfarronice macho.

Daniel Portman está excelente como Max: conquista imediatamente o público, mas sabe canalizar essa energia, diverte-se com a participação da plateia sem nunca perder o controlo do material, e vocalmente é muito sólido. Gavin Jon Wright regressa como Stevie e continua a ser um prazer absoluto — ingénuo e sábio em igual medida, um verdadeiro presente para a comédia. Os dois funcionam muito bem em conjunto, e o prazer que sentem em palco é contagiante; não é todos os dias que se está numa plateia tão ruidosa!

Ainda assim, a força emocional do texto não se perde: é uma história de pais ausentes, de irmãos perdidos e de homofobia, e a peça termina com os rapazes desesperados por encontrar outra forma — melhor — de crescer e tornar-se homens. Continua a ser um dos melhores espetáculos do Fringe; por isso, escolha um lado e Square Go!

Receba o melhor do teatro britânico diretamente na sua caixa de entrada

Seja o primeiro a garantir os melhores ingressos, ofertas exclusivas e as últimas notícias do West End.

Você pode cancelar a inscrição a qualquer momento. Política de privacidade

SIGA-NOS